ResFRIAdo

Bolinhos de cacos de vidros, são produzidos por tosses temperamentais e espirros com ‘sabor’ de nó na cabeça.
A gente deixa escapar o que não é pra ser dito, feito a “cachoeira” que a gente tenta conter no nariz – “um lencinho, por favor!”
E é rosa e docinho, amarelo e vermelho, e vem também da receita natural da avó, o chá que cura o desconforto de se olhar e se ver derretendo bem ardidinho e no “tom” do gengibre – “desceu rasgando!”.
Reter a química do antídoto para resfriado no efeito “fofinho” do rosto, braços e pernas – “meus quadris aumentaram meio centímetro? Como assim?!!” – 2, 3, 4 medicamentos para engordar o fígado também.
E essa mistura excêntrica é um convite para viajar pela galáxia. O sono bate e não tem hora não, não tem riso não! O piscar de olhos é de um minuto e meio, de um litro e meio das “arteirices” da indústria farmacêutica – “é pra alergia, é pro amargo da vida, é pra coriza, melhora aí também o egoísmo. 1 vez ao dia de 8 em 8 horas.”

Existe uma vida inteira pra curtir dias invernais fora deste contexto. Primeiro a cura, depois a louCURA!
Do contrário, essa torre de expectativas febris, um cuidado aqui e acolá te dá a sensação de fazer e não colar.
” – Fiz tanto, disse tanto! E o que eu ganhei com isso?!”

FRIAGEM.

O resfriado e a expectativa. Esses meninos são complicados…
Vou voltar na “farmácia” e descer as prateleiras dessa “mágica maluca” que é comprar a solução para o que não tem sintoma.
A cura para todo o mau jeito de esperar…

tipojessnakamura

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